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ESCLARECIMENTOS SOBRE MATERIA CALUNIOSA DA REVISTA VEJA

Publicado: 15/04/2011 em Sem categoria
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por Vicente Paulo da Silva, quarta, 13 de abril de 2011 às 19:19

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante da maldosa, caluniosa e injuriosa matéria da Revista Veja, intitulada Terror e Poder, venho a público declarar o que se segue:

Sou amigo de longa data da comunidade muçulmana, cuja mesquita está instalada há anos em São Bernardo do Campo. A minha relação com esta comunidade data dos anos 80, quando da jornada em defesa do povo palestino. Esta relação perdura até hoje. Inclusive, fui o responsável pela realização, no âmbito da Câmara dos Deputados, de Sessão Solene em Homenagem à Comunidade Muçulmana, quando esta sofreu ataques e perseguições de cunho discriminatório, na época do atentado às torres gêmeas de Manhattam / USA, em 11 de setembro de 2.001, como também me envolvi profundamente na defesa dos brasileiros libaneses para retornarem ao Brasil no período da guerra do Líbano.

Neste contexto eu conheci o empresário Manar Scandrani, também vítima dessa horrenda reportagem da Revista Veja. Somos amigos de longa data. Quando fui à Alemanha participar das celebrações dos 20 anos do Grupo de Solidariedade entre Trabalhadores Brasil – Alemanha (o qual sou um dos fundadores) aproveitei a viagem e aceitei o convite do amigo Manar para conhecer a sua família e as instalações da empresa do produto Kebab. Posteriormente, solicitei ao Sr. Manar que instalasse uma planta de sua empresa em São Bernardo do Campo, na perspectiva da geração de empregos e desenvolvimento da cidade. Esta informação é pública e foi abordada pela mídia na época.

Estas e outras informações foram dadas ao jornalista da Revista Veja, que publicou na referida matéria apenas parte do que eu falei e de forma distorcida.

O Sr. Manar, exilado político na Alemanha porque fez oposição ao governo ditatorial da Tunísia, sofreu permanente perseguição internacional por ter sido taxado de terrorista por aquele governo , recentemente destituído do poder, comprovando as razões políticas do Manar.

Ao saber da calúnia imputada ao Sr. Manar, fui com ele em busca de informações junto à direção da Polícia Federal, ao Ministério das Relações Exteriores e ao Ministério da Justiça. A resposta obtida nesses órgãos foi de que nada havia contra ele.

Me surpreende esta reportagem, pois comete a insanidade de me associar ao terrorismo internacional, causando assim um sério prejuízo à minha imagem e história de vida. Saliento, terminantemente, que sou contra todo o tipo de terrorismo. Posição esta, também defendida pelo meu Partido dos Trabalhadores e pelo companheiro Lula. Continuo amigo do Sr. Manar e sei que ele é uma pessoa do bem. Um empreendedor que teve a sua vida destruída por essas calúnias e difamações.

Me associar ao terrorismo, como fez a Revista Veja, além da irresponsabilidade, é de uma violência inaceitável para qualquer cidadão que luta pela paz. Reafirmo aqui o meu compromisso com a luta pelos direitos dos trabalhadores, pela dignidade humana, contra todo o tipo de discriminação e pela ética na política.

Face a essa situação, tomarei todas as medidas judiciais cabíveis, objetivando resguardar a nossa dignidade.

VICENTINHO

DEPUTADO FEDERAL / PT-SP

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ESCLARECENDO A REPORTAGEM DA REVISTA ÉPOCA

Publicado: 08/04/2011 em Sem categoria
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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre a matéria divulgada nesta semana pela Revista Época, cuja manchete é “Mensalão”, em que cita o meu nome, esclareço que:

Em 2003 procurei o meu Partido, na pessoa do Delúbio Soares, então tesoureiro do PT Nacional, para pedir apoio à minha candidatura à Prefeito de São Bernardo do Campo. Em 2004, portanto antes da crise chamada Mensalão, o Delúbio nos mandou uma agência de propaganda para fazer a minha campanha, a mesma que também atuou na campanha do companheiro Emídio de Souza, em Osasco. Este fato é de conhecimento público desde aquela época.

Eu aceitei e agradeci com muita alegria a presença da agência e por essa importante colaboração do Partido dos Trabalhadores. Depois soube que a empresa pertencia ao Sr. Marcos Valério. Jamais imaginei que tudo isso poderia acontecer. Pois, se soubesse, nunca teria aceitado.

Hoje sou surpreendido com esta matéria, sete anos depois. Matéria esta divulgando que a Polícia Federal constatou que um senhor Nélio José Batista recebeu desta agência o valor de R$ 17.000,00, alegando ter trabalhado para a mesma em favor da minha campanha a prefeito. Logo, não fui eu quem recebeu ou pagou.

Ao consultar os membros da coordenação daquela campanha na época, constato que, não somente eu, mas nenhum deles, conheceu este senhor Nélio. Logo, nunca tivemos qualquer tipo de transação com esse cidadão. Ele nunca foi nosso assessor. Nunca trabalhou conosco. A não ser que ele tenha sido uma espécie de “eminência parda” da agência e que nunca se mostrou.

Considero um erro grave a Polícia Federal ter ouvido este Sr. Nélio e em nenhum momento, durante sete anos, ter procurado a mim ou à minha assessoria para nos ouvir, pondo em riso a nossa história de vida de forma irresponsável.

Lamento a postura de parte da mídia deste país. Me vem à memória outro episódio: daquela vez a grande mídia, ao denunciar que um senhor Jair dos Santos retirou dinheiro no Banco Rural, em Brasília, disse que ele era meu assessor. Simplesmente pelo fato de eu ter, na época, um trabalhador rural com o mesmo nome, da cidade de Motuca, interior de São Paulo. Entretanto tratava-se do motorista do ex-presidente do PTB, o recém falecido deputado José Carlos Martinez. Embora parte da mídia tenha divulgado a informação de que não se tratava de um assessor meu, fez isso com menos ênfase, em espaço de tempo inferior ao dedicado à denúncia e também sem dizer de quem era o verdadeiro assessor, causando enormes prejuízos à minha imagem, sem qualquer pedido de desculpas.

Desta vez o jornalista da Revista Época coloca na matéria apenas uma pequena parte do que eu disse. Como todos sabem da minha luta e do meu compromisso ético, luta esta construída durante toda a minha vida, eu não posso aceitar que esta matéria e comportamentos eivados de erros ponham em dúvida a minha trajetória.

Informo ainda que as minhas contas da campanha de 2004 foram aprovadas cabalmente pela justiça eleitoral.

Coloco-me inteiramente à disposição de qualquer instituição para a oportunidade dos esclarecimentos, se necessário for.

Reafirmo aqui o meu compromisso com a luta pelos direitos dos trabalhadores, pela dignidade humana, contra todo o tipo de discriminação e pela ética na política.

Manifesto, enfim, toda confiança no projeto histórico desenvolvido pelo meu Partido dos Trabalhadores e a inabalável fé naquele que foi o melhor presidente da república deste País, o Companheiro Lula.

VICENTINHO

DEPUTADO FEDERAL PT/SP

Projeto de lei cria mercado para animação nacional

Publicado: 27/03/2011 em Sem categoria
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Materia da Midiativa

Em vez de Yu-Gi-Oh!, DragonBallZ e BeyBlade, desenhos da Turma da Mônica,
versões animados das histórias de Monteiro Lobato, ou talvez adaptações de
Ana Maria Machado. Se depender do Projeto de Lei 1821/03 do deputado federal
Vicentinho (PT-SP), o diletantismo forçado dos animadores brasileiros pode
estar com os os dias contados.

O texto do projeto, que será analisado nos próximos meses pela Comissão de
Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, e tem Íris Simões (PTB-PR)
como relator, estabelece que as emissoras dos canais pagos e da TV aberta
deverão exibir desenhos animados produzidos no Brasil. No primeiro ano de
vigência da lei, se aprovada, 10% da programação de desenhos deverá ser
composta por animações brasileiras, percentual que deve aumentar 10 pontos a
cada ano, até alcançar 50% no quinto ano de vigência da lei.

“Percebi que meus filhos só assistiam a desenhos japoneses e americanos, que
muitas vezes são violentos e alienantes, e refletem apenas a cultura de seus
países. O projeto quer resgatar a cultura brasileira para nossas crianças, e
dar liberdade para a criatividade dos animadores, desde que as produções
estimulem uma cultura de paz, promovam a solidariedade e combatam
preconceitos de qualquer tipo”, explica Vicentinho.

Para se encaixar nos padrões de conteúdo imaginados pelo autor do projeto, o
desenho animado deverá conter princípios éticos, morais e de cidadania,
refletir a cultura nacional e regional, entre outros temas politicamente
corretos. Para ser classificado como “produção nacional”, o desenho deverá
empregar em sua produção profissionais que morem no Brasil, ser criado por
roteirista brasileiro ou produzido por empresa ou organização sediada e
operando no País.

A notícia foi bem recebida no círculo dos animadores. Para Marcos Magalhães,
cineasta de animação e um dos diretores do festival Anima Mundi, o projeto
precisa ser melhorado para se adaptar à realidade brasileira, mas é uma boa
notícia não só para os animadores, mas também para as crianças. “A animação
é uma linguagem muito próxima da criança, e todos os animadores que produzem
já fizeram algo para este público, há uma ligação forte com o universo
infantil”, recorda. Para ele, estimular a produção nacional está longe de
ser uma utopia, desde que haja vontade política e participação ativa da
sociedade. “É importante considerar que a animação é um setor estratégico,
não só da cultura nacional. A França vivia uma situação similar ao Brasil.
Em uma cultura tão forte como a francesa, a sociedade estava preocupada com
as crianças, que assistiam apenas a desenhos animados americanos e
japoneses. A sociedade realizou um grande esforço para mudar o cenário,
criando várias medidas de proteção, organização e incentivo ao cinema de
animação. Hoje a França é um dos grandes produtores mundiais de animação, e
as crianças assistem a uma boa parte de animação francesas. De 12 anos para
cá, a França virou potência, com produção de séries de TV, longa metragens,
video-games”, destaca.

O Anima Mundi nasceu em 1993, e hoje é um dos festivais mais disputados em
São Paulo e no Rio de Janeiro, e há sete anos conta com patrocínio da
Petrobras, da através da Lei de Incentivo à Cultura (Minc), e a participação
de várias outras instituições e empresas. Em 2003, como nos demais anos, o
Anima Mundi bateu recorde de público: mais de 80 mil pessoas disputaram a
tapa a oportunidade de participar de palestras e oficinas, e ver quase 600
animações de 39 países, com as mais variadas técnicas, sem esquecer as
principais produtoras da Europa e EUA.

O festival também estimula a produção de animações para a Internet, com o
Anima Mundi Web, e é palco de premiações em dinheiro para os melhores
animadores brasileiros. As sessões dedicadas ao público infantil fazem
bastante sucesso, além de revelar os talentos nacionais. O festival também
gerou um filhote muito promissor: o projeto Anima Escola, parceria com a
Secretaria de Educação do Rio de Janeiro, que leva o modelo do Estúdio
Aberto, oficinas de animação do festival, para alunos das escolas públicas
da capital carioca.

O projeto de lei de Vicentinho criaria automaticamente para o cinema de
animação um mercado que hoje inexiste, o que obriga a maioria dos animadores
brasileiros a atuar em outras praias. Nenhum animador nacional dispõe da
estrutura e da popularidade de um Mauricio de Souza, criador da Turma da
Mônica, que chegou a fazer longas de animação para um público cativo dos
personagens das histórias de quadrinhos, e tem espaço praticamente garantido
para suas produções. Recentemente, ele cedeu os direitos de uso de seus
personagens ao MEC, com o objetivo de exibir desenhos educativos para
crianças em idade pré-escolar em canais como TV Escola, TV Senado e TV Cultura.

Todos concordam que é preciso criar incentivos para viabilizar a proposta.
Para Magalhães, produtores é que não faltam para suprir a demanda incial de
10% que o projeto exige. “O Brasil tem muitos talentos espontâneos, muita
gente que faz porque gosta, e estão surgindo cada vez mais produtores. Mas
com a abertura do mercado, deve haver incentivo também para a animação como
já existe em outras áreas da cultura”, recorda. Arnaldo Galvão, diretor da
Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), faz coro na questão da
criação de mecanismos de incentivo para a produção nacional. “O cinema de
animação tem características específicas de produção. As regras dos editais
do setor audiovisual nem sempre são as mais apropriadas para o cinema de
animação”, ressalta. Vicentinho também garante que fará sua parte para o
projeto vingar e não ficar só no papel. “Se a lei for aprovada, vou lutar
para a criação de mecanismos de incentivo para o cinema de animação junto ao
Ministério da Cultura”, garante.

Se for aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia, o projeto seguirá para
a Comissão de Constituição e Justiça e Redação, e em última instância, será
avaliado pelo Senado Federal.
http://www.midiativa.tv/index.php/midiativa/content/view/full/645/

Leia também entrevista com Arnaldo Galvão, presidente da Associação
Brasileira de Cinema de Animação.

“O cinema de animação é quem primeiro fala com as crianças”

Com passagens pelo estúdio de Mauricio de Souza e TV Cultura, onde fez
parte da equipe de animação dos programas Rá-Tim-Bum e Glub-Glub, Arnaldo
Galvão é um dos veteranos produtores da arte da animação no Brasil. Com mais
de dezessete filmes de animação no currículo e direito a retrospectiva de
seus filmes no festival Anima Mundi, é diretor da Associação Brasileira de
Cinema de Animação, criada em 2003. Em entrevista ao MIDIATIVA, ele fala
sobre o impacto do projeto de lei que institui cota de 10% de desenhos
animados brasileiros na programação das emissoras de TV.

MIDIATIVA – Quais os pontos altos do projeto, e os que precisam ser
reavaliados?

ARNALDO GALVÃO – O cinema de animação é uma poderosa ferramenta de
comunicação, e é quem primeiro fala com as crianças. Então, esse projeto vem
em uma hora muito oportuna, já que estamos preocupados com que tipo de
informação as crianças recebem no principal período de suas vidas.

Além da grande importância cultural, esse projeto vai ser um grande gerador
de empregos e divisas. Hoje em dia gastamos muitos recursos com a compra de
filmes importados, que chegam ao Brasil subsidiados, impossibilitando o
desenvolvimento da indústria local.

Entretanto, é preciso cuidado na hora de implementar e criar condições de
infraestrutura para que os realizadores consigam os recursos necessários, e
lembrando que não basta produzir. É preciso atenção com distribuição,
exibição, formação de mão de obra e preocupação com nossa história.

Outro ponto de atenção são os nossos temas. A palavra diversidade cultural
pode fazer sentido em outros países, mas no Brasil está impregnada em tudo o
que fazemos. O nosso cinema de animação, mistura de arte e indústria, tem
obrigação de ficar com o coração e a cabeça abertos a tudo que se passa em
volta.

MIDIATIVA – A Associação pretende contribuir para a redação final do
projeto? O que você sugeririam?

ARNALDO GALVÃO – Acho que temos muito a contribuir até a redação final do
projeto. A ABCA ainda não tem um ano de vida, mas tanto os associados como
os diretores são pessoas que trabalham com cinema de animação há mais de 20
anos. Temos experiências variadas de produção industrial, como na Mauricio
de Souza, onde durante um período funcionou uma grande equipe de mais de cem
pessoas, que produzia um longa por ano, ou educativos como no Rá-Tim-Bum,
onde uma equipe de 12 pessoas produziu mais de uma hora de animação em um ano.

Queremos um grande acordo. Escutar todas as partes interessadas. Fomentar
todas as etapas do trabalho. Preparar um cronograma de curto, médio e longo
prazo. Estabelecer metas. Investir em pessoas, roteiristas, contadores de
história, desenhistas, animadores e diretores e também em equipamentos e
tecnologia.

MIDIATIVA – Existe uma demanda reprimida na produção nacional, suficiente
para suprir os 10% sugeridos pelo projeto?

ARNALDO GALVÃO – Hoje, que não temos demanda nem insumos para a produção. O
Anima Mundi recebe mais de 200 filmes de curta metragem por ano, que são
produzidos no Brasil por iniciativa dos próprios realizadores. É um número
bastante expressivo. Por outro lado, temos espalhados pelo Brasil não menos
de 300 produtoras, que vivem da produção de filmes publicitários e
institucionais. É importante falar que a produção de publicidade no Brasil é
uma das melhores do mundo, e que essas produtoras estão equipadas com
recursos humanos e tecnologia para multiplicar sua produção em animação.

MIDIATIVA – O projeto pretende aumentar a participação para 50% no quinto
ano. Para que essa produção realmente exista, é necessário criar mecanismos
de incentivo para os animadores. O que está sendo feito nesse sentido?

ARNALDO GALVÃO – O cinema de animação tem características especificas de
produção, que se diferem do filmes ao vivo. Assistimos no último ano um
esforço do Ministério da Cultura, da Ancine e Petrobras no sentido de
fomentar o audiovisual e multiplicar o número de editais para roteiro,
produção, finalização e distribuição. As regras desses editais nem sempre
são as mais apropriadas para o cinema de animação. O primeiro passo seria
observar essas diferenças e criar regras específicas.
http://www.midiativa.tv/index.php/midiativa/content/view/full/644/

Enviada por: Arnaldo Galvao

Fonte: cinebrazil

Participação Social no Estado Democrático

Publicado: 25/12/2010 em Sem categoria
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Por Rosemar Prota

Em um processo de mudanças históricas que vem se acentuando desde a década de 1970, rompendo com o paradigma  dirigentes-dirigidos, surge a concepção de gestão participativa, em que decisões passam a ser tomadas com a implicação direta das pessoas envolvidas. Esta forma de gestão tem origens no Movimento das Relações Humanas, fenômeno da década de 1930 nos Estados Unidos.

No campo da política atual, passa-se a valorizar e adotar cada vez mais a figura do conselhopolítico, grupo de lideranças comunitárias e de representantes de movimentos sociais que opina e ajuda a definir metas e prioridades ao longo do mandato político daquele que por eles foi apoiado para eleger-se. Curiosamente a figura do conselho político existe desde o Brasil colônia, quando o monarca nomeava um conselho de pessoas de sua confiança para que lhe ajudassem a governar.

Oras, se no campo da gestão pública a gestão participativa e o controle social têm tido papel de destaque nos últimos anos, principalmente desde o governo Lula, a política vista por esta óptica ganha um status suprapartidário, potencializa-se o espaço para que os programas sejam mais de Estado do que de governo. A seguir, relato do Deputado Federal Vicentinho (PT) sobre seu Conselho Político:

“O Conselho é composto por estâncias municipal, regional e estadual. As reuniões municipais ocorrem sempre que se fizer necessário, principalmente, para eleger representantes para o Conselho Estadual que se reúne ordinariamente de seis em seis meses, com 10% de todo o Conselho. A importância se dá por garantir participação, democracia e transparência. A idéia surgiu, antes de sermos eleitos pela primeira vez, por um grupo de militantes. O Conselho foi fundado no dia 02 de março de 2002, com 120 companheiros e companheiras, em 2006 já éramos em 340 e agora somos em 1200. O Conselho tem o poder de tecer críticas, sugestões e de decidir inclusive as verbas sobre as quais o mandato tem direito de propor para o orçamento da União. Nós sempre lutamos pela tolerância em todos os aspectos. A tolerância religiosa é fundamental para um mandato que representa o nosso povo. Povo trabalhador, de fé e que deve ser respeitado. O nosso Conselho tem uma ficha de inscrição que o define claramente. Não é um órgão partidário, mas, tem como referência os princípios do Partido dos Trabalhadores; atuamos em sintonia com as lutas do povo; lutamos contra todo tipo de discriminação e lutamos em defesa dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.”

 

Vicentinho na Igualdade Racial

Publicado: 06/12/2010 em Sem categoria
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Fonte: PortalExame

O PT deverá continuar à frente da secretaria da Igualdade Racial. Hoje comandada pelo ministro Eloi Ferreira de Arújo, a pasta deverá ficar com o deputado Vicentinho, de São Bernardo do Campo.

José Eduardo Dutra levou a Dilma o nome do deputado reeleito Vicentinho para a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

 

Constituição de 88

Publicado: 07/09/2010 em Sem categoria
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Fonte: Comissão de Trabalho Online

O assédio moral ainda não é regulamentado por lei. De 2004 a 2008, o número de casos no Rio de Janeiro subiu de 17 para 117, um crescimento de quase 600%. Até julho deste ano, já são 90 os casos registrados no estado.

Os principais sintomas de que um homem está sofrendo assédio moral são vontade de se vingar e ideia de suicídio. Já as mulheres sofrem com crises de choro, dores generalizadas, palpitações e tremores. Esses dados são de 2000, numa pesquisa feita com 870 pessoas oprimidas no ambiente de trabalho (Fapesp e PUC-SP)

Em audiência pública realizada em junho, o deputado Vicentinho (PT-SP) contou que já foi assediado quando era metalúrgico: “Costumava ser chamado de “sagui” e não gostava, ficava constrangido”.

Para regulamentar esta situação e tipificar a conduta do assediador, tramitam na Câmara nove projetos de lei sobre o tema. Três deles passam agora pela Comissão de Trabalho e serão analisados na próxima reunião.

Com tramitação conjunta, os PLs n° 2.369/03, nº 2.593/03 e nº 4.593/09, têm parecer favorável do relator, deputado Vicentinho, que apresenta parecer compilando o que ele julgou ser melhor em cada projeto.

No substitutivo, ele conceitua o assédio moral como “constrangimento do trabalhador por seus superiores hierárquicos ou colegas, através de atos repetitivos, que atentem contra sua dignidade, afetem seu estado de saúde física ou mental ou comprometam sua carreira profissional”.

A proposta também estabelece indenização de, no mínimo, 10 salários do assediado e ressarcimento das despesas médicas em caso de dano à saúde. Os sindicatos ficam autorizados a fazer a denúncia e pedir o processo, já que, segundo o relator, “muitas vezes é penoso demais para um trabalhador individualmente considerado enfrentar a situação, denunciando o assédio moral”.