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Extraído na íntegra de Múltiplas Realidades

Ao longo do meu trabalho e do meu próprio processo terapêutico, percebi que nosso sofrimento é uma atuação de nossa ignorância espiritual e emocional. Então cheguei à conclusão que por causa disso estendemos uma dor pontual por muito tempo causando o que chamamos de sofrimento.

A dor que é algo agudo e momentâneo, um aviso corporal de que algo não está indo bem e precisamos fazer alguma coisa, faz parte da existência, acho até que não podemos fugir dela… Mas o sofrimento é quando por ignorância, nos apegamos à dor, fazemos dele nossa companheira e “amiga” não a deixamos ir embora.

Eu vi isso em mim. Muitas vezes com uma simples mudança de percepção sobre um determinado assunto, eu curava a dor em minutos, e em outros temas os quais eu não sabia mudar o ponto de vista, por causa dos conceitos pré-estabelecidos e cristalizados em minha mente eu ficava dias sofrendo, amargando numa sensação de desconforto.

Podemos nos livrar do sofrimento se formos criativos, inventivos. Mas na maioria das vezes nós “amarramos bode” e não abrimos um milímetro de nossas certezas pré moldadas: “Ah! Isso é assim!”, “Aquilo tem que ser daquele jeito.”, ”Não é possível passar por isso de forma diferente.” E por aí vai.

Aprendi que não precisamos sofrer, ou seja, não precisamos passar longas épocas com dores, se acionamos nossa inteligência (espiritual, como eu chamo), que é uma capacidade de enxergar as coisas de um ponto de vista mais alto, como se estivéssemos numa montanha, olhando para uma cidade. Neste lugar podemos enxergar melhor a situação e encontrar saídas muito mais rapidamente.

Quem quiser que não acredite em mim, mas descobri que sofrer é desnecessário!

Namasté!

O Papel da dor

O papel ou seja a função da dor entre outras, é definida como: angustia, ansiedade (desejo ardente), tormento, aflições, sofrimentos físicos ou psíquicos.

Muitos são os que procuram psiquiatras reclamando de sofrimentos mentais ou sentimentos de angústia que é uma dor invisível que atormenta de forma terrível fazendo com que o doente sofra uma dor tão forte que se compara a uma patologia cruel e torturadora onde os médicos amenizam a dor com remédios, mas sabem que não há cura.

O doente mental sente uma dor que não se pode apalpar, o que o alivia são as terapias em grupos de reflexão com Psicólogos e Psiquiatras e Assistentes Sociais; Sem isto o paciente fica Impossibilitado de desabafar; assim sendo, fica sem um clima de alegria mui desejado; Para quem não conta com este tipo de ajuda, amarga uma dor terrível que deixa prostrado sem ânimo para nada ficando a margem da sociedade que não valoriza ou não faz caso de um paciente com doença mental.

O sentimento de dor não é aceito por ninguém, mas saber cuidar é a solução, não fugindo das recomendações médicas que sabem que a dor da alma é a pior dor possível que deteriora a felicidade de qualquer um e não há cura para medicina.

A dor sentida pelo doente o leva a refletir sobre a própria doença como tendo uma bússola onde o leva a sentir-se satisfeito ao seu norte, trabalhando assim sua mente, como coadjuvantes: pensamentos positivos, audição de músicas preferidas, esportes, informática, artes diversas que faz com que os dias passem mais amenos e com as atividades intensas faz com que a dor seja esquecida mesmo que por um momento de tempo, pequeno mas já ajuda, pois a dor é forte quando todo mundo vai dormir aí que o sofrimento ataca com pensamentos: ninguém te ama, você é um doente solitário, quem vai querer alguém como você , passando a noite em claro, ele sofre mais que de dia pois a noite foi feita para descansar e sem o devido descanso a mente não suporta o novo dia. (mais…)