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Fonte: cliqueabc

Sex, 30 de Julho de 2010 04:11
Da Redação – Associações de artesãos de São Bernardo contam com mais uma alternativa para expor e comercializar seus produtos no município. A partir desta sexta-feira (30), a Secretaria de Educação disponibilizará um dos seus espaços, o Jardim de Inverno, dois dias a cada mês, das 10h às 14h, para seis grupos de artesãos venderem suas peças.

A comercialização será direcionada apenas aos funcionários e acontece até dezembro. A ação é uma parceria entre a Secretaria de Educação e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SDET), por meio do Departamento de Empreendedorismo, Trabalho e Renda. A iniciativa faz parte das ações da Prefeitura no sentido de promover a Economia Solidária em São Bernardo.

Segundo a assistente de diretoria Regina Célia Zanke, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, trata-se de mais um espaço para fomentar o desenvolvimento econômico e geração de renda dos artesãos que fazem parte de um dos 250 pequenos empreendedores, ligados ou não a alguma associação, que recebem algum tipo de apoio da Administração Municipal.

Entre os grupos participantes figuram O Arte que Faz, Costurando o Futuro, Degustar, Mulheres Criativas, Sabão Selecta e um grupo de artesãos da Saúde Mental. São considerados empreendimentos da Economia Solidária as organizações sob forma de cooperativas, associações, grupos comunitários que tem o objetivo de gerar trabalho e renda e empresas que adotem o princípio da autogestão.

Desde maio, São Bernardo conta com a lei que institui a política de fomento à economia solidária no município. A legislação tem por diretriz a promoção desse setor e o desenvolvimento de grupos organizados de autogestão econômica, visando sua integração no mercado de trabalho e a autosustentabilidade de suas atividades.

sábado, 17 de julho de 2010 7:12
Hoje é dia de desfile circence no Centro de São Bernardo
Do Diário do Grande ABC

Palhaço, cuspidor de fogo e perna de pau. Esses são alguns dos artistas que estarão presentes hoje, às 15h, na passeata e espetáculo em comemoração à 3ª Convenção de Malabares e Circo do ABC. O evento sairá da Rua Marechal Deodoro, altura da Praça Lauro Gomes, e terminará com apresentações na Praça da Matriz.
O objetivo da passeata é resgatar a antiga tradição dos circos e mostrar, por meio do desfile, sua chegada na cidade.
A previsão é que mais de 200 pessoas participem do evento, entre artistas e população em geral.
Com o objetivo de trocar técnicas e experiências, a III Convenção de Malabares e Circo do ABC reúne desde ontem artistas do mais alto nível brasileiro e internacional. O evento termina amanhã. Ao todo, serão 72 horas ininterruptas com debates, oficinas e espetáculos, que serão realizados no Sítio Kosmos (Estrada dos Alvarenga, 10.019, bairro Alvarenga).
Os interessados em participar devem seguir as orientações para se inscrever no blog http://www.abcirco.blogspot.com. A entrada dá direito ao local para camping, café da manhã, caneca e participação nas atividades. Mais informações pelo telefone 8279-5452.

Fonte: Observatório de Saúde Mental

Faltando pouco mais de um mês para o início da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial, o estado de São Paulo, que tem a maior representação em número de delegados na Federação, é o único estado cujo gestor não convocou a etapa prévia à Conferência Nacional. Contrariando princípios democráticos do Sistema Único de Saúde (SUS), como equidade em todas as etapas de atendimento e participação popular para garantir a efetividade de políticas públicas de saúde, o secretário de saúde do estado de São Paulo contrariou, também, o Conselho de Estadual de Saúde, uma grande expressão de participação social.

Inicialmente, o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Luiz Roberto Barradas Barata, afirmou que não convocaria a Etapa Estadual pela falta de decreto presidencial convocando a IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial (CNSM-I). No dia 29 de abril de 2010, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou, por meio de decreto, a IV CNSM-I legitimando, ainda mais, o esforço e luta de portadores de transtornos mentais que reivindicaram a realização mesma após nove anos sem uma Conferência voltada para o setor.

No entanto, Luiz Roberto Barradas manteve a decisão de não realizar a Etapa Estadual, contrariando a decisão do Conselho Estadual de Saúde e impedindo que 53 municípios do Estado que já realizaram suas etapas locais possam levar seus representantes e propostas para debate à Nacional. Não realizar a Etapa Estadual acarretaria em sérias conseqüências para a etapa Nacional, que ficaria defasada no número de delegados e em propostas para discussões.

Para garantir a representação do estado de São Paulo na IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial, e o encaminhamento das propostas para o estado de São Paulo, maior do país e com sérios problemas em relação à implantação da Reforma Psiquiátrica no âmbito do SUS, a sociedade civil e o Conselho Estadual de Saúde apresentaram uma carta assinada por 30 instituições e destinada aos Conselhos Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, ao Conselho Nacional de Saúde e a Comissão Organizadora da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial.

A carta convocou uma Plenária Estadual Autônoma, realizada dia 22 de maio de 2010, para substituição da Conferência Estadual em São Paulo. Com o apoio da gestão de São Bernardo, a Plenária Estadual foi formada por membros da Sociedade Civil, autônoma, e teve como objetivos:
•    Analisar a situação estadual sobre Saúde Mental
•    Elaborar propostas para o Estado e a União
•    Garantir a participação de delegação desses municípios, assim como a viabilização das propostas já deliberadas

A Plenária também propôs encaminhamentos para o estado de São Paulo, considerando os graves problemas que ameaçam políticas do SUS e da Reforma Psiquiátrica na política de gestão por Organizações Sociais e afins, além da crescente criação de ambulatórios de especialidades, que enfraquecem o crescimento dos Centros de Assistência Psicossociais (Caps) e da rede de atenção, promoção e prevenção à saúde mental. A Plenária Estadual também questionou a postura do Secretário de Saúde – e a política que desenvolve – quanto a outros pontos, como:
•    Unidades de internação
•    Número de Hospitais Psiquiátricos
•    Unidade experimental de saúde
•    Ambulatório médico psiquiátrico no lugar de serviços comunitários
•    Abertura de serviços especializados de psiquiatria

O Conselho Nacional de Saúde reconheceu a legitimidade dessa Plenária Estadual, assim como a gravidade da posição do secretário de São Paulo tendo em vista os avanços e consolidação do SUS.

Para ler a carta na íntegra e conferir as instituições que assinaram, acesse o link