Geração de renda

Publicado: 18/03/2010 em Reforma da Saúde Mental
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Retirado na Íntegra de: Metro
Por princípio, o executivo Guilherme Brammer não tem cartão de visitas. A empresa onde ele trabalha acredita que o futuro do planeta está em economizar recursos. E, se for possível, dar uma nova vida ao
que já foi gasto e usado.
É por isso que ele aceitou o convite da empresa internacional TerraCycle
para fazer no Brasil o que em países como Estados Unidos, Inglaterra e México já faz parte do consciente coletivo: reciclar.
Antes de se unir à Terra- Cycle, Brammer trabalhou na Vitopel, que fabrica polipropileno biorientado (embalagem flexível). Tinha grandes multinacionais entre seus clientes.
Mas o fato de trabalhar com uma matéria-prima de difícil reciclabilidade passou a ser questionável. “Isso começou a me incomodar demais”, diz o empresário de 33 anos.
No site de relacionamentos LinkedIn, conheceu o americano Tom Szaky.
Começava ali a oportunidade de aplicar o que já tinha aprendido na carreira
com uma nova perspectiva profissional. Szaky, descendente de húngaros,
morou na Holanda e no Canadá e estudou na Universidade de Princeton, nos
Estados Unidos. No refeitório da escola, descobriu que podia fazer algo com
lixo orgânico. Ele compraria minhocas, que comeriam esse resíduo e ofereceriam um excelente fertilizante.
A combinação se transformaria em um excelente modelo de negócio.
Na mesma linha de pensamento, Szaky vislumbrou a possibilidade de ganhar
dinheiro com lixo. Ele pagaria a quem coletasse embalagens, garrafas PET,
latas e confeccionaria novos produtos, fechando um ciclo e iniciando outro. Todo esse trabalho seria patrocinado por empresas como Unilever, Nestlé, Danone, entre outras. A ideia deu certo.
Nos Estados Unidos, há 8 milhões de pessoas coletando lixo. No Brasil, o número é bem menor, mas o objetivo de Brammer é mobilizar a população através do http://www.terracycle.com.br.
Ali está explicado como o cidadão pode colaborar, quanto é pago por embalagem e onde são os locais onde é possível comprar bolsas e outros produtos confeccionados com embalagens de salgadinhos e suco.
“É o lixo patrocinado”, diz Brammer, feliz com sua nova carreira.

Do lixo à consciênciaPor princípio, o executivoGuilherme Brammer nãotem cartão de visitas. A empresaonde ele trabalhaacredita que o futuro doplaneta está em economizarrecursos. E, se for possível,dar uma nova vida aoque já foi gasto e usado.É por isso que ele aceitouo convite da empresainternacional TerraCyclepara fazer no Brasil o queem países como EstadosUnidos, Inglaterra e Méxicojá faz parte do conscientecoletivo: reciclar.Antes de se unir à Terra-Cycle, Brammer trabalhouna Vitopel, que fabrica polipropilenobiorientado(embalagem flexível). Tinhagrandes multinacionaisentre seus clientes.Mas o fato de trabalharcom uma matéria-prima dedifícil reciclabilidade passoua ser questionável. “Issocomeçou a me incomodardemais”, diz o empresáriode 33 anos.No site de relacionamentosLinkedIn, conheceuo americano Tom Szaky.Começava ali a oportunidadede aplicar o que játinha aprendido na carreiracom uma nova perspectivaprofissional. Szaky,descendente de húngaros,morou na Holanda e no Canadáe estudou na Universidadede Princeton, nosEstados Unidos. No refeitórioda escola, descobriuque podia fazer algo comlixo orgânico. Ele comprariaminhocas, que comeriamesse resíduo e ofereceriamum excelente fertilizante.A combinação setransformaria em um excelentemodelo de negócio.Na mesma linha de pensamento,Szaky vislumbroua possibilidade de ganhardinheiro com lixo. Elepagaria a quem coletasseembalagens, garrafas PET,latas e confeccionaria novosprodutos, fechando umciclo e iniciando outro. Todoesse trabalho seria patrocinadopor empresas comoUnilever, Nestlé, Danone,entre outras. A ideiadeu certo.Nos Estados Unidos, há8 milhões de pessoas coletandolixo. No Brasil, o númeroé bem menor, mas oobjetivo de Brammer é mobilizara população atravésdo http://www.terracycle.com.br.Ali está explicado como ocidadão pode colaborar,quanto é pago por embalageme onde são os locaisonde é possível comprarbolsas e outros produtosconfeccionados com embalagensde salgadinhos e suco.“É o lixo patrocinado”,diz Brammer, feliz com suanova carreira.

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