Posts com Tag ‘poesia’

Poesia

Publicado: 13/06/2011 em Sem categoria
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Soneto de Fidelidade De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto [...]

Poesia

Publicado: 13/06/2011 em Sem categoria
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Soneto do Amor Total Amo-te tanto, meu amor … não cante O humano coração com mais verdade … Amo-te como amigo e como amante Numa sempre diversa realidade. Amo-te afim, de um calmo amor prestante E te amo além, presente na saudade. Amo-te, enfim, com grande liberdade Dentro da eternidade e a cada instante. Amo-te [...]

Poesia

Publicado: 13/06/2011 em Sem categoria
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Ternura Eu te peço perdão por te amar de repente Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos Das horas que passei à sombra dos teus gestos Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos Das noites que vivi acalentando Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo Trago a doçura dos [...]

Como todas as noites eu celebro as estrelas No céu entre elas uma em especial A minha estrela predileta Que era você Porém, Uma noite, Olhando para o céu Como sempre fazia, E não mais a vi Mas aonde foi parar a minha estrela? Porque fugiste de mim Deixando-me na escuridão Não olho mais para [...]

Fonte: Prefeitura de São Bernardo Kelly Santos da redação As inscrições para os cursos de literatura do programa Tantas Letras! estão abertas a partir desta segunda-feira (26/4) e continuam até 7 de maio. Os interessados poderão se inscrever pessoalmente na Biblioteca Monteiro Lobato (Rua Jurubatuba, 1415, Centro), ou pelo site da Prefeitura – www.saobernardo.sp.gov.br -, [...]

Poesia e psicoterapia Ana Maria Loffredo, A CARA E O ROSTO. ENSAIO SOBRE GESTALT TERAPIA. São Paulo, Ed. Escuta, 1994. … no espaço terapêutico, cujos limites se desenham através dos pressupostos que o sustentam, recorta-se uma espécie de moldura. Esta será depositária de conteúdos, imprevisíveis, mutantes que, simultânea e paradoxalmente, testam sua eficácia como promotora [...]

Ausência (Carlos Drummond de Andrade) Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, [...]

Nunca ninguém sabe Nunca ninguém sabe se estou louco para rir ou para chorar Pois o meu verso tem esse quase imperceptível tremor… A vida é louca, o mundo é triste: vale a pena matar-se por isso? Nem por ninguém! Só se deve morrer de puro amor! Mário Quintana Live Once Dia desses, acordou num [...]